Administração e Organização do Esporte no Brasil: uma visão histórica!
| https://www.cob.org.br/comunicacao/noticias/primeiro-modulo-presencial-do-13-curso-avancado-de-gestao-esportiva-cage-e-realizado-no-rio-de-janeiro |
Administração e Organização do Esporte no Brasil: um novo paradigma do esporte brasileiro!
Por Fernando Garrido
Os primeiros passos do esporte por aqui!
No início do século 19, as
práticas esportivas começaram a aparecer com a chegada da Corte portuguesa em
associações, clubes, Forças Armadas e estabelecimentos prestadores de serviço.
As atividades eram pagas e tributadas, acompanhadas de apostas e voltadas para
a diversão, gerando receita às prefeituras pela sua comercialização.
O primeiro esporte a surgir no
Brasil foi o turfe, com corridas a cavalo realizadas nas areias da Praia de
Botafogo, no Rio de Janeiro, em 1814.
O remo e a vela apareceram em
regatas festivas entre navios de guerra a vela e em baleeiras e escaleres a
remo da Alfândega com guarnições de civis e militares brasileiras e
estrangeiras em percurso pela Baía de Guanabara até a Praia de Botafogo.
Nas instituições das Forças
Armadas, entre elas, a Academia Real Militar (atual Escola Naval) e o Corpo de
Artilharia (atual Fuzileiros Navais), apareciam, no início do Império, o tiro,
a esgrima, a natação, a ginástica, o remo, a vela e a equitação. As atividades eram
empregadas na formação educacional, no treinamento de preparação profissional
(operacional) à guerra e para fins utilitários (deslocamentos de pessoal, transporte
de mantimentos e munição).
Outra tendência da época, os
jogos de salão (esportes intelectivos) podiam ser encontrados em bares e,
especialmente, na vida privada (como no interior dos lares), disputados entre
familiares e pessoas de estreita convivência.
O bilhar francês, um dos jogos de
salão mais praticados daquela época, começou a ser visto no primeiro clube do
Brasil, a Sociedade Germânia, primeira agremiação do gênero na vida social
urbana carioca. Localizado no bairro da Gávea, o clube foi criado em 21 de
agosto de 1821 e existe até hoje.
O crescimento e a seriedade do
esporte na sociedade brasileira conduziram o Estado Novo a estabelecer a
organização do setor ao instituir o Decreto-Lei nº 319, de 14 de abril de 1941,
após mais de 100 anos (1814-1940) sem qualquer regulamentação em caráter
oficial.
Daí em diante, o governo brasileiro passou a
controlar a organização social, política, econômica e cultural do esporte. Conflitos
de interesse levaram o Estado a conduzir o rumo do esporte no Brasil. Algumas
das questões envolviam o racismo no futebol, a duplicidade de delegações em
eventos internacionais e práticas esportivas femininas consideradas proibidas
por serem tidas como “incompatíveis” com a natureza das mulheres, como o próprio
futebol, as lutas e artes marciais.
Na área da educação
física/esporte, uma das exigências atendidas foi a adoção de formação acadêmica
de nível superior. Em evidência, a necessidade de fortalecer a atuação de um profissional
mais bem capacitado pela adoção de métodos científicos rigorosos, no lugar de
uma visão intuitiva baseada apenas no empirismo ou no bom senso.
Com o interesse no
desenvolvimento da área, crescia a oferta de cursos de graduação de Educação
Física nas Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e privadas, bem como se
introduzia a disciplina Administração e Organização da Educação Física e do
Esporte.
O
período entre 1941 e 1984 foi demarcado pela formalização de uma coletânea de
normas esportivas de caráter geral e subsidiária, amparada nas orientações
emitidas pelas federações internacionais de cada esporte.
Ainda em 1979 a Confederação
Brasileira de Desportos (CBD) desmembrou-se levando à fundação da Confederação
Brasileira de Futebol (CBF), entidade especializada criada por exigência da
FIFA. Tal fato conduziu a novo cenário esportivo marcado pela descentralização
e a autonomia, com a emancipação de dezenas de modalidades e criação de suas
confederações específicas e competições exclusivas.
| https://pt.linkedin.com/pulse/pequena-introdu%C3%A7%C3%A3o-an%C3%A1lise-de-dados-esportivos-thiago-silva-rx8wf |
A
redemocratização do Brasil levou à criação da Comissão de Reformulação do
Esporte Brasileiro (CREB), em julho de 1985, na gestão do ministro da Educação Marco
Maciel.
Sob
a presidência do professor Manoel José Gomes Tubino, então presidente do
Conselho Nacional de Desportos (CND), essa força-tarefa, integrada por grandes
nomes do esporte nacional, redefiniu o conceito de esporte no país e
estabeleceu as bases estruturais para a área.
Em dezembro de 1985, a CREB entregou o documento
final que se tornou um marco para a democratização do setor, com o esporte sendo
introduzido no texto constitucional. Tubino foi um dos grandes responsáveis
pela inclusão de uma seção própria para o esporte na Constituição Federal de
1988, art. 217.
A inclusão
do esporte na CF de 1988 evidenciava para a sociedade brasileira a valorização
do setor sob novas orientações de cunho democrático, estabelecidas por novas
leis esportivas.
O esporte
adquiria o reconhecimento de um direito de todos, nas esferas de lazer, da
formação educacional e de rendimento, abrangendo as práticas formais e não
formais.
Na
última década do século 20, foram criadas as Lei Zico, de 1993, e Lei Pelé, de
1998. Ambas estabeleceram um marco divisor para legislação esportiva brasileira,
com novos princípios e conceitos sustentados na perspectiva de estudiosos, instituições
e documentos do esporte emitidos em âmbito mundial de atividade
predominantemente física e intelectual. Também reconheciam as dimensões formal
e não formal do esporte e suas manifestações nas vertentes da educação, da participação
e do rendimento, amparadas pela CF de 1988.
Enfim,
o
esporte passava a ser valorizado como poderosa ferramenta de desenvolvimento
humano, social, econômico, cultural e político na sociedade brasileira, nas
esferas do lazer, da formação educacional e social e do alto rendimento.
Uma
nova realidade social, econômica e tecnológica alcançou o esporte neste século,
acompanhando as transformações mundiais da indústria de entretenimento e
consumo.
Em
14 de junho 2023, surgiu a Lei nº 14.597, conhecida como
“Nova Lei Geral do
Esporte”. Essa lei reforçou o
valor das práticas formais e não formais,
lançou o foco no caráter
descentralizador e participativo e enfatizou a importância da gestão e da
promoção de políticas públicas para o esporte.
A nova legislação
apresenta dois sistemas abrangentes: o formal e o não formal. O Sistema
Nacional do Esporte (Sinep), cuja finalidade é promover e aprimorar as práticas
desportivas com foco no rendimento (alto nível), é reconhecido como um sistema
fechado, específico, seletivo e formal.
| https://uniformg.edu.br/centro-de-treinamento-paraolimpico-brasileiro/ |
A prática
esportiva formal é regulamentada por normas nacionais e internacionais e pelas
regras de cada modalidade, aceitas pelas respectivas entidades nacionais de
administração do esporte (desporto).
Integram o Sinep as pessoas físicas
e jurídicas de direito privado, com ou sem fins lucrativos, encarregadas da
coordenação, administração, normatização, apoio e prática do esporte, bem como
as incumbidas da Justiça Desportiva, conforme relacionadas a seguir:
·
o Comitê Olímpico Brasileiro (COB);
·
o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB);
·
as entidades nacionais de administração do
desporto;
·
as entidades regionais de administração do
desporto;
·
as ligas regionais e nacionais;
·
as entidades de prática desportiva filiadas ou não
àquelas referidas nos incisos anteriores;
·
o Comitê Brasileiro de Clubes (CBC);
·
o Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos
(CBCP).
O Sistema
Brasileiro do Esporte (SBE), por sua vez, engloba entre os seus agentes: o Ministério
do Esporte, o Sistema Nacional de Esporte e os Sistemas dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios.
O SBE tem o objetivo de garantir a prática desportiva regular e melhorar--lhe o padrão de qualidade. Esse sistema também inclui as pessoas jurídicas que desenvolvam práticas não formais, promovam a cultura e as ciências do desporto, bem como formem e aprimorem especialistas.
O SBE é caracterizado como abrangente, pois traz a
incorporação de toda e qualquer prática esportiva que possa ocorrer em nosso
país, nos seus mais diversos tipos de manifestação.
Compõe-se
de instituições alinhadas aos objetivos de promover e fomentar políticas
esportivas para a população brasileira com foco na formação educacional e
social, no lazer (participação) e no alto rendimento (alto nível).
O Sinep estabeleceu, em lei, as
pessoas jurídicas integrantes do sistema, classificadas em: Entidades Nacionais
de Administração do Desporto (Confederações); Entidades Regionais de
Administração do Desporto (Federações) e Entidades de Prática Desportiva (Clubes).
| https://www.facebook.com/fisiologiadodesempenho/?locale=pt_BR |
O Sinep tem a finalidade de
promover e aprimorar as práticas esportivas. Ele congrega pessoas físicas e
jurídicas de direito privado, com ou sem fins lucrativos, encarregadas da
coordenação, administração, normatização, apoio e prática do esporte, bem como
aquelas incumbidas da Justiça Desportiva. São elas:
I - o Comitê Olímpico Brasileiro (COB);
II - o Comitê Paralímpico
Brasileiro (CPB);
III - as entidades nacionais de
administração do desporto;
IV - as entidades regionais de
administração do desporto;
V - as ligas regionais e
nacionais;
VI - as entidades de prática
desportiva filiadas ou não àquelas referidas nos incisos anteriores.
Em 2024 os Subsistemas Esportivos
Privados foram oficialmente integrados ao Sistema Nacional do Esporte (Sinep), com
as entidades esportivas privadas devendo cumprir as regras de transparência,
controle social e boas práticas de gestão para receberem recursos públicos e de
acordo com a nova alteração efetivada na Lei Geral do Esporte.
Com a mudança implantada, o COB,
o CPB, CBC, o CBCP e as instituições que constituem suas bases passam a ter que
incluir, em sua autorregulação, dispositivos de gestão, participação,
transparência e controle social previstos na Lei Geral do Esporte.
Da mesma forma, a
Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE) e a Confederação Brasileira
do Desporto Universitário (CBDU), que também recebem recursos públicos, estão
obrigadas a cumprir essa lei. Além dos colegiados ligados aos movimentos
olímpico, paralímpico, clubístico e dos esportes escolar e universitário, a
mudança inclui, ainda no Sinep, outros movimentos ou esportes não
representados por essas organizações, como as organizações sociais sem fins
lucrativos.
Na atualidade, uma série de
entidades nacionais de administração do esporte brasileiro compõe uma estrutura
ampla e complexa estabelecida no transcurso dos últimos 85 anos.
A lista de entidades esportivas
nacionais a seguir nos proporciona um panorama dos esportes praticados por aqui,
permitindo-nos refletir sobre a importância da necessidade de uma gestão
esportiva eficiente no país.
| https://www.unite.ai/pt/tacticai-leveraging-ai-to-elevate-football-coaching-and-strategy/ |
As entidades de administração do esporte
brasileiro
1.
Arquearia Montada Brasil – AMB
2.
Associação Brasileira de Acqua Ride – Abar
3.
Associação Brasileira de Acrobacia e Competições
Aéreas – Acro
4.
Associação Brasileira de Airsoft – Abairsoft
5.
Associação Brasileira de Atrelagem – Abrat
6.
Associação Brasileira de Automodelismo Estático – Abame
7.
Associação Brasileira de Barefoot – ABBF
8.
Associação Brasileira de Bike Polo – ABBP
9.
Associação Brasileira de Bowls – ABB
10. Associação
Brasileira de Bungee Jumping – ABBJ
11.
Associação Brasileira de Canionismo – ABCN
12. Associação
Brasileira de Cornhole – ABC
13. Associação
Brasileira de Corredores de Rua – Abracor
14. Associação Brasileira de Corridas de Drone – ABCDrone
15. Associação Brasileira de Corridas de Trilhas – ABCTrilha
16. Associação
Brasileira de Criadores de Cavalo Árabe – ABCCA
17. Associação
Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha – ABQM
18. Associação
Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos – ABCCC
19. Associação
Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga – ABCCML
20. Associação
Brasileira de Criadores do Cavalo Bretão – ABCCB
21. Associação
Brasileira de
Criadores do Cavalo Puro Sangue – ABPSL
22. Associação
Brasileira de Criadores e Proprietários do Cavalo de Corrida – ABCPCC
23. Associação
Brasileira de Cricket – ABC
24. Associação
Brasileira de Desporto em Cadeira de Rodas – Abradecar/CPB
25. Associação
Brasileira de Desporto para Deficientes – Ande/CPB.
26. Associação
Brasileira de Desportos para Amputados – ABDA/CPB.
27. Associação
Brasileira de Desportos para Cegos – ABDC/CPB
28. Associação
Brasileira de Desportos para Deficientes Físicos – ABDF/CPB
29. Associação
Brasileira de Desportos para Deficientes Intelectuais – ABDEM/CPB
30. Associação
Brasileira de Enduro Equestre – Abeeq
31. Associação
Brasileira de Escalada Esportiva – Abee (olímpica)
32. Associação
Brasileira de Esgrima Histórica – Abeh
33. Associação
Brasileira de Esporte em Ação – Abea
34. Associação
Brasileira de Esportes Intelectuais – Abrespi
35. Associação
Brasileira de Floorball – ABF (rec. COB)
36. Associação
Brasileira de Footbag – ABFootbag
37. Associação
Brasileira de Futebol Americano & Flag – Abafa&Flag
38. Associação
Brasileira de Futebol em Cadeira de Rodas/Power Soccer Brasil – ABFC
39. Associação
Brasileira de Futegolfe/FutGolf/FootGolf – ABFutgolf
40. Associação
Brasileira de Fute-Tênis – ABFT
41. Associação
Brasileira de Gamão – ABGA
42. Associação
Brasileira de Gateball – ABGT
43. Associação
Brasileira de Go – Abrago
44. Associação
Brasileira de Horseball – ABHB
45. Associação
Brasileira de Jet Ski – ABJS
46. Associação
Brasileira de Kitesurf – ABK
47. Associação
Brasileira de Krav Maga – ABKM
48. Associação
Brasileira de Lacrosse – ABL
49. Associação Brasileira de Mahjong
– ABM
50. Associação
Brasileira de Masters de Natação – ABMN
51. Associação
Brasileira de Motonáutica – Abranáutica
52. Associação
Brasileira de Moto Aquática -ABRAMA
53. Associação
Brasileira de Nautimodelismo Naval – ABNN
54. Associação
Brasileira de Paramotor – ABPM
55. Associação
Brasileira de Parapente – ABP
56. Associação
Brasileira de Parkour – ABPK
57. Associação
Brasileira de Patinação no Gelo – ABPG
58. Associação
Brasileira de Pickleball – ABPic
59. Associação
Brasileira de Pilotos da Stock Car – ABPSC
60. Associação
Brasileira de Pipas – ABP
61. Associação
Brasileira de Racketlon – ABR
62. Associação
Brasileira de Rafting – ABR
63. Associação
Brasileira de Raquetebol – Abraq
64. Associação
Brasileira de Roundnet – ABR
65. Associação
Brasileira de Rúgbi em Cadeira de Rodas – ABRCR
66. Associação
Brasileira de Shôgui – ABShôgui
67. Associação
Brasileira de Shuffeboard – ABS
68. Associação
Brasileira de Street Luge – ABSL
69. Associação
Brasileira de Surfe da Pororoca – Abraspo
70. Associação
Brasileira de Takraw – ABT
71. Associação
Brasileira de Três Tambores – ABTT
72. Associação
Brasileira de Quadribol – ABRQ
73. Associação
Brasileira de Ultraleve – Abul
74. Associação
Brasileira de Vaquejada – ABVAQ
75. Associação
Brasileira de Vela Oceânica – ABVO
76. Associação
Brasileira de Veleiros Rádio Controlados – ABVRC
77. Associação
Brasileira de Voleibol Paraolímpico – ABVP
78. Associação
Brasileira de Wakeboard – ABW
79. Associação
Brasileira de Weeling e Zerinho – ABWZ
80.Associação Brasileira de Windsurf
– ABWS
81. Associação
Brasileira de Wing – ABW
82. Associação
Brasileira de Xadrez para Deficientes Visuais – ABXDV
83. Associação
Brasileira do Cavalo Paint – ABCPaint
84. Associação
Brasileira dos Cavaleiros de Hipismo Rural – ABHIR
85. Associação
Brasileira dos Praticantes de Enduro a Pé – Abpep
86. Associação
Brasileira Esportiva Social e Cultural Endurance – Abee
87. Associação
Brasileira Master de Atletismo – Abram
88. Associação
Brasileira Para Criação e Desenvolvimento de Modalidades Esportivas – Asbra
89. Associação
Cultural Esportiva Sand e Snow Board – Acess
90. Associação
dos Proprietários de Touros de Rodeio – PRÓ-TOURO
91. Associação
Korfebol Brasileiro – Abrako
92. Associação
Nacional de Basquete de 3x3 – ANB3
93. Associação
Nacional de Cavalos de Apartação – Anca
94. Associação
Nacional de Cavalos de Rédeas – ANCR
95. Associação
Nacional de Desporto para Deficientes – Ande/CPB
96. Associação
Nacional de Equipes de Truck – Anet
97. Associação
Nacional de Equoterapia – Aneq
98. Associação
Nacional de Tamboréu – ANTB
99. Associação
Nacional de Três Tambores - ANTT
100.
Associação Nacional do Laço Comprido – ANLC
101.
Associação Nacional do Laço em Dupla – ANLD
102.
Associação Nacional do Laço Individual – ANLI
103.
Associação Olímpiadas Especiais Brasil – Aoeb
104.
Associação de Pilotos e Equipes
da Fórmula Truck – Apeft
105.
Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem –
ABCD
106.
Bike
Trial Brasil Union – BBU
107.
Comissão Desportiva Militar do Brasil – CDMB
108.
Comissão de Desportos da Aeronáutica – CDA/CBDM/DE
109.
Comissão de Desportos da Marinha – CDM/CBDM/DE
110.
Comissão de Desportos do Exército –
CDE/CBDM/DE
111.
Comissão Desportiva Militar do Brasil – CDMB/DE
112.
Comitê Aerodesportivo do Brasil – CAB
113.
Comitê Brasileiro de Clubes – CBC/Sinesp
114.
Comitê Brasileiro do Esporte Master – CBEM
115.
Comitê dos Esportes Genuinamente Brasileiros – CEGB
116.
Comitê Olímpico Brasileiro – COB/Sinesp
117.
Comitê Paralímpico Brasileiro – CBP/Sinesp
118.
Comitê Brasileiro de Confederações Esportivas – CBCE (novo)
119.
Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos – CBCP/Sinesp
120.
Confederação Brasileira da Arte Sambô – Cbas (rec.
COB)
121.
Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha –
CBTG/rodeio crioulo)
122.
Confederação Brasileira das Ligas de Judô – CBLJ
123.
Confederação Brasileira de Aéreos e Pole Sports – Cbaps
124.
Confederação Brasileira de Aeromodelismo – Cobra
125.
Confederação Brasileira de Asamco – CBA
126.
Confederação Brasileira de Atletismo – Cbat (olímpica)
127.
Confederação Brasileira de Automobilismo – CBA
(rec. COB)
128.
Confederação Brasileira de Badminton – CBBD
(olímpica)
129.
Confederação Brasileira de Balonismo – CBBL
130.
Confederação Brasileira de Basquete 3X3 – CBBTT
131.
Confederação Brasileira de Basquete em Cadeira de
Rodas – CBBCR
132.
Confederação Brasileira de Basquetebol – CBB
(olímpica)
133.
Confederação Brasileira de Beach Soccer – CBBS
(rec. COB)
134.
Confederação Brasileira de Beach Tennis – CBBT
135.
Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol –
CBBSF (vinc. COB)
136.
Confederação Brasileira de Bicicross – CBBC
137.
Confederação Brasileira de Bilhar e Sinuca – CBBS
138.
Confederação Brasileira de Bocha e Bolão – CBBB
139.
Confederação Brasileira de Bodyboarding – CBBody
140.
Confederação Brasileira de Boliche – CBBo (vinc.
ao COB)
141.
Confederação Brasileira de Boxe – CBBoxe
(olímpica)
142.
Confederação
Brasileira de Breaking – CBRB (olímpica)
143.
Confederação Brasileira de Caça e Tiro – CBCT
144.
Confederação Brasileira de Caça Submarina – CBCS
145.
Confederação Brasileira de Canastra – CBCa
146.
Confederação Brasileira de Canoagem – CBC
(olímpica)
147.
Confederação Brasileira de Capoeira – CBCP (vinc.
ao COB)
148.
Confederação Brasileira de Cheerleading
Desportivo – CBCD
149.
Confederação Brasileira de Ciclismo – CBCC
(olímpica)
150.
Confederação Brasileira de Corrida de Aventura –
CBCA
151.
Confederação Brasileira de Corrida de Obstáculos –
BRAOCR
152.
Confederação Brasileira de Cultura e Artes
Marciais – Abcam
153.
Confederação Brasileira de Damas – CBD
154.
Confederação Brasileira de Dança em Cadeira de
Rodas – CBDCR
155.
Confederação Brasileira de Dança Esportiva – CBDance
156.
Confederação Brasileira de Desporto Escolar – CBDE
(vinc. COB/Sinesp)
157.
Confederação Brasileira de Desporto para Cegos –
CBDC
158.
Confederação Brasileira de Desportos para Deficientes
Intelectuais – CBDI
159.
Confederação Brasileira de Desporto Participação –
CBDP
160.
Confederação Brasileira de Desporto Universitário
– CBDU (vinc.COB/Sinesp)
161.
Confederação Brasileira de Desportos – CBD
(pioneira dos esportes no Brasil, hoje extinta)
162.
Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos –
CBDA (olímpica)
163.
Confederação Brasileira de Desportos de
Deficientes Visuais – CBDV
164.
Confederação Brasileira de Desportos de Surdos – CBDS
165.
Confederação Brasileira de Desportos Eletrônicos –
CBDel
166.
Confederação Brasileira de Desportos no Gelo –
CBDG (olímpica)
167.
Confederação Brasileira de Desportos a Neve _ CBDN
(olímpica)
168.
Confederação Brasileira de Desportos Terrestres –
CBDT (Olímpica)
169.
Confederação Brasileira de Dominó – Conbrad
170.
Confederação Brasileira de Double Dutch e Rope
Skipping – CBDDRS
171.
Confederação Brasileira de Dragon Boat – CDBC
172.
Confederação Brasileira de Enduro a Pé e Trekking
– Cobepe
173.
Confederação Brasileira de Esgrima – CBE
(olímpica)
174.
Confederação Brasileira de Esporte de Força – CBEF
175.
Confederação Brasileira de Esportes Adaptados à
Terceira Idade – Cbeati
176.
Confederação Brasileira de Esportes de Contato – Cbec
177.
Confederação Brasileira de Esportes Eletrônicos –
CBEE
178.
Confederação Brasileira de Esportes Populares,
Caminhadas na Natureza e Inclusão Social – Anda Brasil
179.
Confederação Brasileira de Esportes Radicais – Cber
180.
Confederação Brasileira de E-Sports – CBE
181.
Confederação Brasileira de eSports – CbeS
182.
Confederação Brasileira de Esqui Aquático e
Wakeboard – CBEAW (rec. COB)
183.
Confederação Brasileira de Estilingue – CBE
184.
Confederação Brasileira de Footgolf – CBFG
185.
Confederação Brasileira de Frescobol – Cbraf
186.
Confederação Brasileira de Funcional Fitness – CBFF
187.
Confederação Brasileira de Futebol – CBF
(olímpica)
188.
Confederação Brasileira de Futebol na Areia – CBFA
189.
Confederação Brasileira de Futebol 7 Society – CBFSS
190.
Confederação Brasileira de Futebol Americano –
CBFA
191.
Confederação Brasileira de Futebol de Mesa – CBFM
192.
Confederação Brasileira de Futebol de Salão – Futsal
– CBFS (vinc. ao COB)
193.
Confederação Brasileira de Futebol 7 do Brasil – CBFSB
194.
Confederação Brasileira de Fute-Tênis – CBFT
195.
Confederação Brasileira de Futevôlei – CBFV
196.
Confederação Brasileira de Futsac – CBFutsac
197.
Confederação Brasileira de Games e Esports – CBGE
198.
Confederação Brasileira de Ginástica – CBG
(olímpica)
199.
Confederação Brasileira de Golfe – CBGo
(olímpica)
200.
Confederação Brasileira de Handebol – CBH
(olímpica)
201.
Confederação Brasileira de Hapkido – CHHK
202.
Confederação Brasileira de Hipismo – CBH
(olímpica)
203.
Confederação Brasileira de Hóquei e
Patinação – CBHP (vinc. ao COB)
204.
Confederação
Brasileira de Hóquei sobre a Grama – CBHG (olímpica)
205.
Confederação Brasileira de Jiu-Jítsu Esportivo – CBJJE
206.
Confederação Brasileira de Jiu-Jítsu – CBJJ (rec.
COB)
207.
Confederação Brasileira de Judô – CBJ
(olímpica)
208.
Confederação Brasileira de Karate – CBK
(vinc. ao COB)
209.
Confederação Brasileira de Karate Escolar
– CBKE
210.
Confederação Brasileira de Karate
Shorin-Ryu – CBKSR
211.
Confederação Brasileira de Karate Shotokan
– CBKS
212.
Confederação Brasileira de Karate-do Tradicional e
Esportivo – CBKTE
213.
Confederação Brasileira de Kickboxing – CBKB
214.
Confederação Brasileira de Kickboxing
Tradicional – CBKBT
215.
Confederação Brasileira de Kinball – CBKinball
216.
Confederação Brasileira de Kobudô – CBK
217.
Confederação Brasileira de KungFu Shaolin - CBKFS
218.
Confederação Brasileira de KungFu
Wushu – CBKW (vinc. ao COB)
219.
Confederação Brasileira de
Levantamento de Peso – CBLP (olímpica)
220.
Confederação Brasileira de Levantamentos Básicos
Powerlifting – CBLBP
221.
Confederação Brasileira de Luta de Braço – CBLB
222.
Confederação
Brasileira de Lutas & Artes Marciais – CBLAM
223.
Confederação Brasileira de Luta Livre Esportiva –
CBLLE
224.
Confederação Brasileira de Luta Livre Desportiva e
Lutas Associadas – CBLLD
225.
Confederação Brasileira de Lutas Profissionais – CBLP
226.
Confederação Brasileira de Lutas Vale-Tudo – CBLVT
227.
Confederação
Brasileira de Wrestling – CBW (olímpica)
228.
Confederação Brasileira Macabi – CBM
229.
Confederação Brasileira de Malha – CBML
230.
Confederação Brasileira de Manbol – CBM
231.
Confederação Brasileira de Mindball – CBM
232.
Confederação Brasileira de Minobol – CBM
233.
Confederação Brasileira de Mixed Martial Arts – CBMMA
234.
Confederação Brasileira de Montanhismo e Escalada
– CBME
235.
Confederação Brasileira de Morganti Ju-Jitsu –
CBMJJ
236.
Confederação Brasileira de Motociclismo – CBM
(rec. COB)
237.
Confederação Brasileira de Mountain Bike – CBMB
238.
Confederação Brasileira de Mountainboard – CBMB
239.
Confederação Brasileira de Muaythai – CBMT
240.
Confederação Brasileira de Muaythai e Boxe
Tailandês – CBMTBT
241.
Confederação Brasileira de Muaythai Tradicional –
CBMTT (rec. COB)
242.
Confederação Brasileira de Musculação
e Fisiculturismo – CBMF (vinc. ao COB)
243.
Confederação Brasileira de Ninjtsu – CBNJ
244.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO
(vinc. ao COB)
245.
Confederação Brasileira de Pádel – Cobrapa
246.
Confederação Brasileira de Paintball – CBP
247.
Confederação Brasileira de Paraquedismo – CBPq
(vinc. ao COB)
248.
Confederação Brasileira de Pentatlo
Moderno – CBPM (olímpica)
249.
Confederação Brasileira de Pesca e
Desportos Subaquáticos – CBPDS (rec. COB)
250.
Confederação Brasileira de Pesca e Lançamento –
CBPL
251.
Confederação Brasileira de Pesca Esportiva – CBPE
252.
Confederação Brasileira de Peteca – CBPT
253.
Confederação Brasileira de Pipas Esportivas –
CBpipas
254.
Confederação Brasileira de Polo – CBP
255.
Confederação Brasileira de Remo – CBRM
(olímpica)
256.
Confederação Brasileira de Rodeio Universitário – CBRU
257.
Confederação Brasileira de Rugby – CBRG (olímpica)
258.
Confederação
Brasileira de Saltos Ornamentais – CBSO
259.
Confederação Brasileira de Showbol – CBSb
260.
Confederação Brasileira de Shuaijiao – CBSJ
261.
Confederação Brasileira de Skate – CBSK
262.
Confederação Brasileira de Soccer Society – CBSS
263.
Confederação Brasileira de Sorvebol – CBSorv
264.
Confederação Brasileira de Squash – CBSQ
(vinc. ao COB)
265.
Confederação Brasileira de Stand Up Paddle – CBSuP
266.
Confederação Brasileira de Sumô – CBSM
267.
Confederação Brasileira de Surdos – CBSD
268.
Confederação Brasileira de Surf
– CBSurf
(vinc. ao COB)
269.
Confederação Brasileira de Taekwondo Interestilos
- CBTI
270.
Confederação Brasileira de Taekwondo – CBTKD
(olímpica)
271.
Confederação Brasileira de Tênis – CBT
(olímpica)
272.
Confederação Brasileira de Tênis de Mesa – CBTM
(olímpica)
273.
Confederação Brasileira de Tênis de Mesa Adaptado
– CBTMA
274.
Confederação Brasileira de Tênis de Mesa em
Cadeira de Rodas – CBTMCR
275.
Confederação Brasileira de Teqball – CBTEQ
276.
Confederação Brasileira de Texas Hold’em – CBTH
277.
Confederação Brasileira de Tiro com Arco – CBTarco
(olímpica)
278.
Confederação Brasileira de Tiro Esportivo – CBTE
(olímpica)
279.
Confederação Brasileira de Tiro Prático – CBTP
280.
Confederação Brasileira de Tow In – CBTI
281.
Confederação Brasileira de Trekking – CBTrekking
282.
Confederação Brasileira de Triathlon – CBTri
(olímpica)
283.
Confederação Brasileira de VA’A – CBVA’A
284.
Confederação Brasileira de Vela Adaptada – CBVAp
285.
Confederação Brasileira de Vela – CBV
(olímpica)
286.
Confederação Brasileira de Voleibol – CBV
(olímpica)
287.
Confederação Brasileira de Voleibol para
Deficientes – CBVD (paraolímpica)
288.
Confederação Brasileira de Voo Livre – CBVL
289.
Confederação Brasileira de Wheeling – CBW
290.
Confederação Brasileira de Woodball – CBW
291.
Confederação Brasileira de Wrestling – CBW
(olímpica)
292.
Confederação Brasileira de Xadrez – CBX (vinc.
ao COB)
293.
Confederação Brasileira de Xadrez Escolar
– CBXE
294.
Confederação Brasileira de Yoga – CBYD
295.
Confederação
Brasileira do Desporto Universitário – CBDU (vinc. ao COB)
296.
Confederação Brasileira do Jogo de Damas – CBJD
297.
Confederação Brasileira do Rodeio
Universitário – CBRU
298.
Confederação
Brasileira Macabi - CBM
299.
Confederação Brasileira Scientific Hapkido System
– CBSHS
300.
Confederação de Aerodesporto Brasileiro – CAB
301.
Confederação de Karatê Brasileiro – CKB
302.
Confederação Futmesa do Brasil – CBFM
303.
Confederação Nacional de Biribol – CNBi
304.
Confederação Nacional de Clubes – CNC
305.
Confederação Nacional de Futebol de Salão – CNFS (Fifusa/AMF)
306.
Confederação Nacional de Kickboxing e Full Contact
do Brasil – CNKFCB
307.
Confederação Nacional de Rodeio – CNAR
308.
Confederação Nacional Esportiva de Karatê
Interestilos – CNEKI
309.
Conselho Nacional de Dança Esportiva – CNDD (rec. COB)
310.
Departamento de Desporto Militar – DED
311.
Disc Golf Brasil – DGBR
312.
Federação Aida Brasil Mergulho em Apneia – Aida
Brasil
313.
Federação Brasileira de Arco Balestra – FBAB
314.
Federação Brasileira de Automodelismo Radio
Controlado – Febarc
315.
Federação Brasileira de Basquetebol Máster – FBBM
316.
Federação Brasileira de Bumerangue – FBB
317.
Federação Brasileira de Bridge – FBBD
318.
Federação Brasileira de Carro a Vela – FBCV
319.
Federação Brasileira de Corfebol – KFB
320.
Federação Brasileira de Croquet – FBCT
321.
Federação Brasileira de Dardos – FBDD
322.
Federação Brasileira de Disco – FBD
323.
Federação Brasileira de Jet Boat – FBJB
324.
Federação Brasileira de Jiu-Jitsu Paradesportivo –
FBJJP
325.
Federação Brasileira de Karate – FBK
326.
Federação Brasileira de Kettlebell Lifiting – FBKL
327.
Federação Brasileira de Musculação – FBM
328.
Federação Brasileira de Othello – FBO
329.
Federação Brasileira de Pebolim – Febrape
330.
Federação Brasileira de Pesca Esportiva – FBPE
331.
Federação Brasileira de Pétanque – FBPe
332.
Federação Brasileira de Pole Dance – FBPole
333.
Federação Brasileira de Saltos Ornamentais – FBSO
334.
Federação Brasileira de Savate – FBSav
335.
Federação Brasileira de Towin – FBTi
336.
Federação Brasileira de Voo a Vela
– FBVV
(vinc. ao COB)
337.
Federação Internacional de Manbol – Fimanbol
338.
Federação
Internacional de Capoeira – FIC
339.
Federação Internacional de Educação Física
e Esportiva – FIEPS
340.
Federação Internacional de Football
7 Society – Fifo 7 s
341.
Federação Internacional de Futevôlei
– FIFV
342.
Federação Internacional de Jiu-Jítsu
do Brasil – IBFJJF
343.
Federação
Internacional de Sorvebol – FIS
344.
Federação Internacional de Tapembol –
Fitapem
345.
Federação Nacional das Apaes – Apae Brasil
346.
Federação Nacional de Clubes Esportivos – Fenaclubes
347.
Liga Altinha Brasil – LAB
348.
Liga Brasileira de Basquetebol de Rua – Libbra
349.
Liga Brasileira de
Combate Medieval Histórico – LBCMH
350.
Liga Brasileira de Esportes Eletrônicos – LBEE
351.
Liga Brasileira de Free Fire – LBFF
352.
Liga Brasileira de Futmesa – LBFM
353.
Liga Brasileira de Hockey no Gelo – LNHG
354.
Liga Brasileira de Hóquei – LBH
355.
Liga Brasileira de Pole Sports – LBPS
356.
Liga Brasileira de Polo Aquático – PAB
357.
Liga Brasileira de Tapembol – LBT
358.
Liga de Basquetebol Feminina – LBF
359.
Liga Independente de Automobilismo – LIA
360.
Liga Nacional de Basquetebol – LNB
361.
Liga Nacional de Biribol – LNBI
362.
Liga Nacional de Espirobol – LNE
363.
Liga Nacional de Esportes Eletrônicos – LNEE
364.
Liga Nacional de Futebol 7 Society – LNFS
365.
Liga Nacional de Futevôlei - LNFV
366.
Liga Nacional de Futsal – LNFS
367.
Liga Nacional de Handebol – LNH
368.
Liga Nacional de Kung Fu – LNKF
369.
Liga Nacional de Rodeio – LNR
370.
Liga Nacional de Voleibol – LNV
371.
Novo Basquetebol Brasil – NBB
372.
Olimpíadas Especiais Brasil – OEB
373.
Padbol Brasil
374.
Panathlon Internacional Brasil – PIB
375.
Sociedade Brasileira de Espeleologia – SBE
376.
Sociedade Brasileira de Ferreomodelismo – SBF
377.
Sociedade Brasileira de Mergulho Adaptado – SBMA
378.
Sociedade Brasileira de Pelota Basca – SBPB
379.
Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático –
Sobrasa
380.
Super Liga Brasileira de Capoeira - SLBC
381.
União dos Esportes Brasileiros – UEB (eclética)
As
entidades de administração de áreas relacionadas ao esporte
Associação
Brasileira da Indústria do Esporte - ABRIESP
Associação
Brasileira de Gestão do Esporte – ABRAGESP
Associação
Brasileira de Nutrição Esportiva – ABNE
Associação
Brasileira de Psicologia do Esporte - ABRAPESP
Instituto
Brasileiro de Direito Desportivo - IBDD
Sociedade
Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte - SBMEE
Vamos contar algo mais para você!
Toda essa diversidade de
modalidades apresenta-se conectada às esferas da educação, participação e
rendimento, presentes nas entidades esportivas nacionais. Os esportes integram
variadas correntes e vertentes esportivas, agrupando-se segundo elementos como finalidade,
intenção e predominância da lógica.
| https://www.facebook.com/caftavaliacao/?locale=pt_BR |
Conforme as conceituações e
agrupamentos estabelecidos por Tubino et al., 2007, os esportes podem
classificar-se em: tradicionais – amparados em práticas antigas criadas
no ocidente e universalizadas; radicais, de aventura e da natureza
– com crescimento notável, motivado por fatores como risco, incerteza e
preocupação com o meio ambiente; artes marciais – envolvendo arte
guerreira asiática, militar e religiosa; de identidade cultural – marcados
pela riqueza cultural e identidade de cada país; intelectivos – apresentando
dominância de processo cognitivo nas disputas; motores – integrando
piloto e máquina; com música – reunindo sintonia, ritmo e plasticidade
dos movimentos; com animais – de estreita relação e participação
conjunta entre o homem e o animal; adaptados – para deficientes; militares
– empregados no treino militar para a guerra; e derivados de outros esportes
– motivados pela inovação e a criatividade por algo novo.
Diversas são as modalidades sem
estruturação da gestão esportiva em níveis hierarquizados embora possuam
estruturas globais consolidadas, conforme se observam, por exemplo em esportes como
o cabo de guerra e a subida na corda.
| https://pt.linkedin.com/pulse/pequena-introdu%C3%A7%C3%A3o-an%C3%A1lise-de-dados-esportivos-thiago-silva-rx8wf |
Uma grande quantidade de esportes
praticada no país impulsiona a liberdade de escolha das pessoas. A valorização
do esporte neste século encontra-se orientada pelos conceitos de lazer
(diversão), saúde, bem-estar, estilo de vida, inclusão social e cidadania, sem
que se perca o foco na educação, na competição de alto rendimento, na formação
de atletas e na descoberta de talentos.
Uma série de modalidades
praticadas por aqui encontra-se representada por cerca de 600 esportes, sendo
70 delas de origem brasileira, pelo menos. Essa quantidade de esportes estimula
não só as oportunidades de escolha, mas, sobretudo, movimenta o mercado e
impulsiona marcas.
Muitos desses esportes, sem
espaço na mídia tradicional, alcançaram visibilidade pelas redes sociais. Esses
novos veículos não só levaram informação, mas produziram conhecimento e despertaram
interesse por novas práticas esportivas, democratizando-as ao fazer chegá-las a
todos.
No longo transcurso do tempo, os
esportes foram criados, multiplicados, renovados, recriados e democratizados. Para
isso, muito contribuiu sua maior oferta por dezenas de agências e agentes
sociais e de espaços para a sua prática. Um desses locais, a natureza,
impulsionou a redescoberta do ser humano pelo meio ambiente.
O que não falta no Brasil são
elementos para estimular a prática esportiva. Sua vasta extensão territorial, longa
costa marítima e águas interiores, seus locais de belezas naturais
incontestáveis são alguns exemplos. Somam-se, ainda, a influência de diferentes
culturas e etnias, a criatividade e a inovação do ser humano.
Uma das tendências de
indústria mais valiosas deste século, o esporte movimenta cifras de trilhões na
economia global. As transações no setor abrangem: atletas, competições, gestão,
marketing, e-Sports, mídias eletrônicas (direitos de televisão aberta, fechada,
redes sociais, streamings) e apostas on-line.
O estreitamento de
relações entre o esporte e diversas áreas, como saúde, tecnologia (e-Sports,
análise de dados, inteligência artificial, simuladores virtuais), moda,
turismo, direito, administração, marketing, mídia, infraestrutura e
sustentabilidade é uma realidade na sociedade contemporânea, em especial, na
brasileira. Nesse contexto, consolidam-se marcas, criam-se negócios e forjam-se
comunidades – as tribos esportivas.
| https://www.facebook.com/photo/?fbid=2424312104469915&set=d41d8cd9 |
Uma mudança de paradigma no
esporte brasileiro encontra-se em curso, fortalecendo um amplo e
complexo ecossistema de modalidades esportivas na terceira década deste
século. Entre alguns exemplos estão:
· a
transição de clubes de associações civis sem fins lucrativos para empresas de
mercado, com o advento da Sociedade Anônima Futebol (SAF) modelo empresarial, por
meio da Lei nº 14.193/2021,
criando um marco para transformar clubes de futebol em empresas, e a Lei nº 15.427/2026,
novas regras de governança e transparência foram sancionadas;
· compliance,
transparência e responsabilidade fiscal de confederações e clubes (Lei Geral do
Esporte);
· a gestão
profissional multidisciplinar (mentalidade corporativa);
· a ciência
do esporte, valorizada com tecnologia de análise de dados, medicina esportiva e
psicologia;
· as novas
mídias em destaque – redes sociais e streaming;
· consumo e
marketing em alta;
· as novas
leis de financiamento do esporte;
· a
importância do esporte com as áreas de saúde, educação, desenvolvimento social
e o paradesporto, que se apresenta em popularidade virtuosa;
· esportes
em destaque – como o skate, o surfe, os e-sports urbanos e da natureza – constituindo
comunidades (“tribos”) de linguagem, moda e música próprias, além de um estilo
de vida marcado pela conexão com a liberdade, a natureza, a aventura, a superação
de limites, a atenção com a saúde e a preservação ambiental;
· os clubes
conectados à indústria global de entretenimento e direitos de transmissão via streaming.
O texto elaborado não
teve a pretensão de esgotar o assunto, mas tão somente levar os profissionais
das áreas de educação física e esporte e setores afins à reflexão, ao debate e
à tomada de decisão sobre a gestão do esporte brasileiro!
| https://www.klebermaffei.com.br/blog/serie-comunicacao-no-esporte-sinergia-e-integracao-comunicacao-entre-equipe-multidisciplin/ |
Referências Bibliográficas
CANCELLA, K. GARRIDO, FAC.; ÁVILA, EB.; SOARES, VQ. GROSS,
PSC. 100 anos de Esporte na Marinha do Brasil. Da “Liga de Sports” ao
Programa Olímpico (1915 a 2015). 1ª Edição, Agência 2A Comunicação. Rio de
Janeiro, RJ. 2015.
CAPINUSSÚ, J. M. Teoria
Organizacional de Educação Física e Desportos. São Paulo: Ibrasa, 1979.
CNI/SESI. Tendências em esporte, cultura e lazer – Portal da Indústria.
Disponível em: http://arquivos.portaldaindustria.com.br/app/conteudo_24/2012/07/09/47/20120827211824747756e.pdf. Acesso em: 13jan.2019.
DA COSTA, L.P. (Org). Atlas
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GARRIDO, F. A. C. Tendências da Cultura Esportiva no Rio de
Janeiro: Uma Análise da Mídia e das Práticas de Esporte. Tese de Mestrado. Universidade Gama Filho. Rio de
Janeiro,1999.
______. As práticas físicas na Marinha do Brasil: 1808-2004. Doutorado em Ciências Navais pela Escola de Guerra Naval (EGN) 2004.
______.; LAGE, Ângela. O Esporte na Marinha do
Brasil. In: DA COSTA, Lamartine (Org.). Atlas do Brasil. Rio de Janeiro: Shape,
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Sistema de classificação de
esportes. Disponível em:
www.efdeportes.com/efd71/esportes.htm. Acesso em: 13 abr 2018.
TUBINO, M. J. G. O que
é esporte: coleção primeiros passos. Brasiliense: São Paulo.1993.
______. Dimensões sociais do esporte. São Paulo: Cortez, 2001.
______.; GARRIDO, F. A. C.; TUBINO, F. M. Brasil Potência
Esportiva Pan-Americana. da Casa de Educação Física de Minas Gerais, de
2004.
______.; GARRIDO, F. A. C.; TUBINO, F. M. Dicionário Enciclopédico Tubino do Esporte.
Senac: São Paulo. 2007.
| https://www.facebook.com/61556497571551/photos/%EF%B8%8F-mineir%C3%A3o-x-maracan%C3%A3dois-gigantes-do-futebol-brasileiro-um-domina-a-pampulha-em/122279561306216585/ |

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